Cantor Xamã, galã??? Parece mais aqueles Pedreiros que tomam cachaça antes de Trabalhar.
Internauta ao ver vídeo do Xamã cumprimentando um sósia, comenta que ele mais parece um pedreiro bebum do que um Galã de novela. Uma publicação no Instagram recente reacendeu um debate essencial sobre como estereótipos e preconceitos ainda estruturam a forma como vemos e classificamos pessoas — especialmente quando se trata de identidade, raça e origem. Um internauta, ao comentar sobre o cantor Xamã, escreveu: “Cantor Xamã, galã??? Parece aqueles pedreiros que tomam cachaça antes de trabalhar”. A frase, aparentemente casual, carrega camadas de julgamento que vão muito além de uma opinião pessoal, e expõe um padrão que ainda persiste na sociedade e nas redes sociais: a ideia equivocada e preconceituosa de que existem “regras” para definir quem pode ser considerado atraente, admirado ou um “galã”. A afirmação traz dois elementos centrais de discriminação. Primeiro, associa uma aparência e uma identidade a uma profissão e a um comportamento estereotipado: ao comparar o artista a um pedreiro que consome bebida alcoólica antes do trabalho, reduz uma categoria profissional a um rótulo negativo, ignorando a dignidade, o esforço e a diversidade de pessoas que exercem funções essenciais como a construção civil. Mais grave ainda, o comentário parte de uma base implícita: a de que Xamã não se encaixa no que a pessoa considera ser um “galã”, simplesmente porque não corresponde ao modelo tradicional que foi imposto por anos de cultura midiática e social. Esse modelo, que ainda é reproduzido em novelas, filmes, propagandas e conteúdos online, define o “galã” como um homem branco, de olhos claros, traços europeus e uma aparência que segue padrões eurocêntricos. É essa mesma lógica que levanta a pergunta que ecoou entre muitos usuários que reagiram ao comentário: “O negro, o indígena e o oriental não podem ser galã?”. A resposta, clara e necessária, é: claro que podem — mas a barreira não está na aparência ou na identidade dessas pessoas, e sim nos estereótipos que aprendemos e repetimos, muitas vezes sem perceber. O preconceito estampado nesse comentário não é um caso isolado. Nas redes sociais, onde opiniões são compartilhadas com velocidade e alcance, esses julgamentos ganham força e se espalham, reforçando desigualdades históricas. Por séculos, grupos como negros, indígenas, pessoas de origem oriental e outras minorias foram marginalizados, representados de forma caricata ou até excluídos de narrativas de admiração, beleza e protagonismo. O que vemos hoje em frases como a direcionada a Xamã é apenas a continuação dessa história: a negação do valor e da beleza de quem não se encaixa no padrão dominante. Além disso, o comentário revela como as redes funcionam como um espelho da sociedade — refletindo tanto o que há de melhor quanto o que há de mais conservador e discriminador. Muitas vezes, pessoas reproduzem esses estereótipos sem intenção de ofender, mas a falta de reflexão sobre o que cada rótulo significa acaba causando danos profundos: faz com que pessoas de grupos marginalizados se sintam menos valiosas, menos bonitas ou menos capazes de ocupar espaços de destaque. Nos últimos anos, movimentos sociais, artistas, influenciadores e usuários comuns têm lutado para mudar essa realidade. Há uma crescente conscientização sobre a importância de desconstruir esses padrões, de valorizar a diversidade e de entender que beleza, talento e carisma não têm cor, raça ou origem. Artistas como Xamã, que carregam em sua identidade elementos da cultura negra e periférica, são exemplos de como a definição de “galã” — e de qualquer outro título de admiração — deve ser ampliada e redefinida por todos nós. O episódio no Instagram deixa uma lição importante: cada comentário, cada opinião e cada definição que compartilhamos nas redes tem poder. Ao questionar por que só um perfil específico é considerado atraente ou admirável, ao rejeitar rótulos que reduzem pessoas a estereótipos, estamos contribuindo para uma rede e uma sociedade mais justa e inclusiva. O “galã” não é um modelo único: é todo e qualquer homem que tem talento, caráter e presença — independentemente da cor da pele, dos traços do rosto ou da profissão que exerce. E essa é uma verdade que deve ser compartilhada, defendida e praticada todos os dias, dentro e fora das redes sociais. Você acha que as redes sociais têm ajudado mais a reproduzir estereótipos ou a combatê-los? Sua opinião é muito importante para nós. Mesmo que de forma anônima, através da caixa de comentários logo abaixo, ou em nosso chat no canto inferior direito de nosso rodapé. Abaixo, assista ao vídeo na íntegra. Resumo da ópera. Aqui vai minhas considerações finais, você gostando ou não! Isso precisa ser dito! Isso precisa ser falado! Discutido! Combatido! Qual foi, o cantor Xamã não pode ser um galã? O que é ser um galã então? Ser branco de olhos claros? Se não é um branco de olhos claros e sim im indígena e com atitudes humildesnão pode ser um galã? A visão da imagem do cantor Xamã – Ele, gatã? Ta mais pra pedreiro!Esse foi um dos comentários feito em um perfil do Instagram. O mais impressionante foram as curtidas nesse comentário preconceituoso. Foram mais de 7Ks de curtidas. Óbiviamente pensam como ele. Quer dizer que um indígena não pode ser galã? Se fosse um homem branco calcaziano e olhos clarosvestido com aquela roupa, aí sim poderia ser aceito como galã. E pedreiro? O que tem de errado com essa profissão e ou imagem? (Esteriotipada que um pedreiro não pode ser belo, não pode ser visto como um galã? Essa foi uma das frases pesadas e ridículas feita por um dos perfis nessa rede social que ainda favorece os brancos quanto aos seus perfis, o engajamento ainda é maior, os likes ainda são maiores, os comentários então…. Uma rede social criada por um homem branco, rico, com aquele tal esteriótipo que já sabemos, com uma visão branca e estratégia Business pensando em sua etnia e seus ganhos bilhonáriosque não percebia ou não queria perceber que os negros também consomem aquele vitrine de quuemchama mais atenção, tem mais curtidas, mais likes, comentários, que são atraentes, que tem mais dnheiro, mais acessos, que ganham mais e
📌 Fim da Escala 6X1: impactos na saúde, vida familiar, economia e vantagens para MEI e Microempresas.

📌 Entenda como a mudança na jornada de trabalho transforma a vida do trabalhador, os negócios e o cenário econômico brasileiro. Como o fim da jornada de trabalho seis por um redefine saúde, qualidade de vida e os rumos dos negócios no Brasil Há décadas, a Escala 6X1 — onde o trabalhador cumpre seis dias de trabalho seguidos por um dia de descanso — foi uma das regras maiscomuns no mercado de trabalho brasileiro, especialmente em setores como indústria, comércio e serviços. Mas esse cenário está mudando, e o fim dessa escala vem sendo um dos temas mais debatidos na área trabalhista, com impacto direto na vida de milhões de pessoas, nas empresas e em toda a economia do país. Entenda todos os detalhes, os benefícios, os desafios e por que essa mudança divide opiniões,mas conta com o apoio da maioria da população. O que muda com o fim da Escala 6X1 para o trabalhador? O principal efeito imediato é o aumento do tempo de descanso e da disponibilidade para outras áreas da vida. Ao substituir a escala 6X1 por modelos como 5X2 (cinco dias de trabalho e dois de descanso) ou outras jornadas mais equilibradas, o trabalhador ganha dias extraspara se dedicar ao que realmente importa. Impacto direto na saúde A rotina de trabalhar seis dias seguidos é uma das principais causas de problemas físicos e mentais. Estudos de instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) já comprovaram que jornadas longas e poucodescanso aumentam em até 35% o risco de doenças cardíacas, problemas respiratórios, distúrbios do sono, ansiedade, depressão e síndrome de esgotamento profissional (burnout). Com mais dias de folga, o corpo e a mente têm tempo para se recuperar, reduzindoafastamentos por doenças, consultas médicas frequentes e melhorando a disposição e a capacidade de concentração durante o trabalho. Mais tempo para família, lazer e desenvolvimento pessoal. Quantas vezes um trabalhador perdeu aniversários, reuniões escolares, momentos de convívio com filhos, pais ou amigos por causada escala 6X1? Com mais descansos, é possível retomar esses vínculos fundamentais para a saúde emocional. Além disso, sobra tempopara praticar atividades físicas, estudar, fazer cursos, desenvolver habilidades novas ou simplesmente descansar sem pressa — tudoisso contribui para uma vida mais equilibrada e feliz. Impactos no setor industrial, econômico e empresarial A mudança não afeta apenas o lado do trabalhador; ela transforma toda a cadeia produtiva e a dinâmica dos negócios. No setor industrial Inicialmente, algumas empresas podem se perguntar sobre a capacidade de produção, mas a realidade mostra outro cenário:trabalhadores descansados são mais produtivos, cometem menos erros, têm mais agilidade e se envolvem mais com os resultados da empresa. Isso reduz custos com retrabalho, acidentes de trabalho e rotatividade de funcionários — um dos maiores gastos da indústria. Além disso, a mudança estimula as empresas a investirem em organização de processos, tecnologia e automação, o que torna o setormais moderno e competitivo a longo prazo. Na economia como um todo Quando o trabalhador tem mais tempo e qualidade de vida, ele também consome mais: frequenta restaurantes, parques, cinemas,viaja, compra produtos para o lar e para o lazer. Esse aumento no consumo movimenta diversos setores da economia, gera empregos indiretos e fortalece o mercado interno. Além disso, trabalhadores mais saudáveis e satisfeitos contribuem com mais força de trabalho ativa e qualificada, reduzindo gastos públicos com saúde e previdência. Para empresas de todos os portes Para grandes empresas, a mudança exige ajustes na gestão de equipes e escalas, mas traz retorno com equipes mais engajadas e menor custo operacional a médio prazo. O ponto de destaque, no entanto, é o que essa transformação significa para os MicroempreendedoresIndividuais (MEIs) e Micro e Pequenas Empresas (MEs). Por que o fim da Escala 6X1 favorece MEIs e MEs? Os pequenos negócios são a base da economia brasileira, responsáveis por mais de 50% dos empregos formais do país, e eles são os maioresbeneficiados com essa mudança: 1. Mais acesso a talentos: Os trabalhadores passam a priorizar empresas que oferecem jornadas equilibradas. MEIs e MEs que adotam modelosde trabalho mais humanos se tornam mais atraentes para profissionais qualificados, conseguindo contratar e reter pessoas melhores.2. Redução de custos com rotatividade: Pequenos negócios têm menos recursos para arcar com trocas constantes de funcionários. Com equipesmais satisfeitas e estáveis, gastam menos com processos de contratação, treinamento e adaptação de novos colaboradores.3. Aumento da produtividade sem sobrecarga: Como os pequenos empreendedores costumam trabalhar lado a lado com sua equipe, a mudança também melhora a sua própria qualidade de vida. Menos sobrecarga significa mais capacidade de planejar, crescer e inovar no negócio.4. Mais oportunidades de mercado: Como o consumo aumenta com mais tempo livre da população, os MEIs e MEs que atuam em serviços, comércio,turismo, alimentação e lazer ganham ainda mais espaço e demanda. Críticas e apoio: por que há divisão, mas a maioria concorda? Assim como qualquer grande transformação, o fim da Escala 6X1 tem pontos de vista diferentes. Os argumentos de quem critica Alguns críticos, principalmente representantes de setores que dependiam muito da escala 6X1, alegam que: – Haverá aumento de custos com contratação de mais funcionários para cobrir as novas escalas;– Em setores como varejo, saúde ou serviços essenciais, pode haver dificuldade em manter o atendimento todos os dias da semana;– Alguns trabalhadores que recebem por produtividade ou hora extra temem ter uma redução na renda. Mas essas questões são todas passíveis de ajustes: é possível reorganizar horários, usar modelos de escala alternativos, negociar formas de remuneração compatíveis e planejar a transição com prazo para adaptação das empresas. Por que a maioria da população apoia a mudança? Para a grande maioria dos brasileiros, o fim da Escala 6X1 é visto como uma conquistahistórica, e os motivos são claros: – Valorização do ser humano: Trabalho é importante, mas não pode ser o centro da vidadas pessoas. A mudança reconhece que o trabalhador tem direito a descansar, convivere cuidar de si mesmo.– Melhoria real de vida: Quem viveu ou conhece alguém que viveu a rotina de seis diasde trabalho sabe
O caso das mulheres com a cabeça raspada que revoltou e dividiu opiniões no Rio de Janeiro.

Justiça paralela ou punição humilhante: O caso das mulheres com a cabeça raspada que revoltou e dividiu opiniões no Rio de Janeiro. Imagens que circulam amplamente nas redes sociais mostram duas mulheres, com os cabelos raspados, sendo obrigadas a caminhar pelas ruas de umacomunidade no Rio de Janeiro, repetindo frases sob ordem de uma voz masculina. O conteúdo, que já é considerado um dos assuntos mais comentadosda atualidade, gerou uma onda de revolta, debates acalorados e perguntas sobre limites, direitos humanos e o que se entende por justiça fora dos padrões legais. Nos vídeos e fotos compartilhados, é possível perceber o clima de constrangimento, pressão e humilhação a que elas foram submetidas. Enquanto caminham,são obrigadas a repetir constantemente a frase: “nunca mais vou dar golpe na favela”. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a origem dasimagens, nem detalhes precisos sobre o que teria motivado a ação. Ainda assim, o caso tomou proporções gigantescas e abriu discussões profundas sobretemas como justiça paralela, exposição pública e violência psicológica. O mais impressionante: – Veja abaixo alguns dos comentários de internautas em uma rede social. Internautas de todo o Brasil se manifestaram, cobrando investigação das autoridades e questionando os limites desse tipo de medida, que algunschamam de “punição”, enquanto outros classificam como crime. Abaixo, os principais comentários feitos na publicação que divulgou o caso, reescritose organizados: – “Cadê as feministas? Cadê os direitos humanos? Cadê o PSOL? Cadê a galera do PT? Cadê Érika Hilton?” — kallebycallegari– “Os traficantes têm mais moral do que o governo” — fabio_crvg_2021– “Foi na minha rua! Passaram bem em frente à minha casa” — eu.lady.janne– “O governo está junto, por isso ninguém faz nada…” — marilia_maiam– “O Lulu foi lá no Trump fazer o quê? Defende eles, para as facções não serem classificadas como terroristas… Ele protege e ganha o voto de todos…”— marilia_maiam– “Isso sempre existiu na comunidade, só agora está sendo exposto. Se o Brasil for classificado como país terrorista, turismo e economia serão prejudicados,e todos saem perdendo. Estude e se informe para não passar vergonha falando o que não sabe” — maguiiisilva– “Pior que isso, só o que não é dito” — roselane170– “Muito mais! Se a justiça oficial funcionasse assim, muita coisa ruim seria evitada” — jhenipessoa– “Se fosse o governo que tivesse feito isso, a cidade estaria em chamas, cheia de protestos e revoltas” — felipe_rodrigo._– “Sabe o que é pior? Elas vão voltar a frequentar os mesmos lugares e fazer o mesmo” — lorena.nogueira.10– “Infelizmente é triste, mas é o que acontece com quem não ouve os conselhos dos pais” — danielleromao81– “A única lei que realmente funciona é a lei da quebrada” — robertoramosffc– “Como assim ‘dar golpe’? Não entendi direito, elas aplicaram golpes em pessoas de fora da comunidade?” — rafaellysouza06– “Duvido que alguém vá protestar ou se revoltar na frente da favela! Duvido muito!” — filipisanchos O caso expõe uma realidade complexa: de um lado, há quem defenda que medidas assim são uma forma de punir quem age de forma errada, onde a justiçaoficial não chega ou não funciona como deveria. De outro, há quem afirme que qualquer tipo de humilhação, violência psicológica ou punição fora da lei é crime,viola direitos fundamentais e não resolve problemas, apenas perpetua ciclos de violência. Enquanto as autoridades não se manifestam oficialmente e não se sabe ao certo o que aconteceu, a discussão continua nas redes, nas ruas e nas rodas de conversa:até onde vai o limite entre a chamada “justiça da comunidade” e a violação dos direitos humanos? Quem tem o direito de punir, e de que forma? Essas são perguntas que não tem uma resposta única, mas que mexem com estruturas profundas da sociedade brasileira. ASSISTA agora logo abaixo, o vídeo na íntegra desse ato chocante. https://youtube.com/shorts/Enou83jC9gw?si=0Cz6KJGzERSE3YSY 📌 Hashtags #JustiçaParalela #DireitosHumanosRio #CasoMulheresCabeçaRaspada #ViolênciaPsicológica #ComunidadesRJ #DebateSocial #PuniçãoOuCrime #RealidadeBrasileira#SegurançaPública Por: @george_ryck_bastos (Instagram) / Veículo: @radioboamusicafm
Will You Be There: A Canção de Michael Jackson que Tocou a Alma da Humanidade.

Will You Be There: O hino eterno de Michael Jackson que tocou o mundo todo. Conheça a história, os detalhes, a mensagem de amor e união que ultrapassou fronteiras, além de tudo sobre composição, videoclipe, figurinos, apresentações ao vivo e por que essa canção de 1991 continua sendo um símbolo poderoso de humanidade e esperança.
Saiba mais clicando aqui.
Carla Perez aparece incrédula e lamenta morte trágica: “Descanse em paz!”

Luto no pagode: Carla Perez e Xanddy se despedem de Zau O Pássaro após acidente fatal na BR-116. Carla Perez (Reprodução/Record) ### Luto no pagode: Carla Perez e Xanddy se despedem de Zau O Pássaro Segunda-feira, 4 de maio, amanheceu mais triste pro pagode baiano. Carla Perez usou as redes sociais, ainda incrédula, pra lamentar a morte de um grande amigo da família: o cantor Zau O Pássaro. Minutos antes, Xanddy Harmonia, marido de Carla, já tinha feito uma despedida emocionante pro artista que morreu em um acidente trágico na Bahia. #### Quem era Zau O Pássaro O nome verdadeiro dele era Izac Bruno Coni Silva, 27 anos. Zau O Pássaro era uma das apostas do pagode baiano e tinha acabado de fazer um show com ingressos esgotados em Barreiras. Na volta pra casa, o carro em que estava bateu de frente com um caminhão na BR-116, perto de Feira de Santana. Ele não resistiu. #### O desabafo de Carla Perez: “Ainda sem acreditar” No Instagram, Carla mostrou toda a dor: > “Ainda sem acreditar. Que Zau O Pássaro voe para os braços do Pai e descanse em paz.” A ex-É O Tchan também deixou uma mensagem de força pra família: > “Que o nosso Senhor console os nossos corações, em especial de toda a família.” #### Xanddy Harmonia: “Menino doce, cheio de vida” Xanddy, visivelmente abalado, relembrou os momentos com o amigo: > “Muito difícil de acreditar, mas é verdade! Faça um voo lindo, Zau, que o Pai te receba. Agradeço a Deus pela oportunidade, mesmo que breve, de ter estado contigo e cantado com você a música que tanto queria!” Ele ainda pediu orações pelos outros feridos no acidente: > “Descanse em paz, querido amigo. Que o Senhor Jesus fortaleça toda a família! Sigo em oração pelos demais que estão internados. Mais um dia de luto para o nosso pagode da Bahia.” #### Pagode baiano de luto A morte de Zau O Pássaro deixa uma lacuna enorme na música da Bahia. Jovem, talentoso e com uma carreira em ascensão, ele partiu cedo demais. Fãs e artistas continuam prestando homenagens nas redes. — Carla Perez (Reprodução/Record) Por: Ryck Bastos
Valorizar o trabalhador é mais do que reduzir a jornada.

Valorizar o trabalhador é mais do que reduzir a jornada Valorizar o trabalhador é mais do que reduzir a jornadaEstamos no mês em que se comemora o Dia do Trabalhador.A origem da data remonta a 1º de maio de 1886, quando operários em Chicago, nos Estados Unidos, foram às ruas exigir melhores condições de trabalho e jornadas mais justas. No Brasil, a data se tornou feriado nacional em 1925 — um reconhecimento simbólico da importância de quem move a economia todos os dias.Mas, diante da realidade atual, é preciso fazer uma reflexão sincera: o trabalhador brasileiro tem, de fato, sido valorizado?A resposta, infelizmente, tende a ser negativa.Hoje, o trabalhador enfrenta uma das maiores cargas tributárias do mundo em relação à sua renda. Estima-se que, em média, cerca de cinco meses do ano sejam dedicados apenas ao pagamento de impostos. Isso significa que grande parte do esforço diário não retorna em qualidade de vida, serviços públicos eficientes ou segurança econômica.Além disso, o salário mínimo brasileiro ainda é baixo quando comparado a outros países da América Latina. Em termos práticos, isso se traduz em menor poder de compra, dificuldade para poupar e limitações reais na construção de uma vida digna.Ou seja: o brasileiro trabalha muito, ganha pouco e ainda vê sua renda ser constantemente pressionada.É justamente por defender o trabalhador que precisamos analisar com responsabilidade propostas que, à primeira vista, parecem positivas — como a redução da jornada de trabalho com manutenção dos salários.A ideia de trabalhar menos e viver melhor é legítima. Todos nós queremos mais qualidade de vida, mais tempo com a família e menos desgaste físico e mental. No entanto, políticas públicas precisam ser avaliadas não apenas pela intenção, mas pelos seus efeitos concretos.Reduzir a jornada sem um aumento correspondente de produtividade tende a elevar os custos de produção. Empresas, especialmente as pequenas e médias, podem ter dificuldade em absorver esse impacto. O resultado, muitas vezes, é o repasse desses custos ao consumidor, pressionando a inflação — que atinge com mais força justamente os mais pobres.Além disso, há um risco real de aceleração da substituição de mão de obra por tecnologia. Isso já pode ser observado em diversos setores, como no varejo, onde caixas tradicionais vêm sendo substituídos por sistemas de autoatendimento. Quando o custo do trabalho sobe sem ganho de eficiência, a máquina passa a ser uma alternativa mais viável.O efeito final pode ser exatamente o oposto do desejado: menos oportunidades de emprego e mais desigualdade.Defender o trabalhador não é apenas apoiar medidas populares. É garantir que ele tenha emprego, renda crescente, estabilidade e perspectiva de futuro.Por isso, o caminho mais consistente passa por outras frentes: aumento da produtividade, qualificação profissional, redução da carga tributária sobre quem trabalha e empreende, e um ambiente econômico que estimule a geração de empregos de qualidade.O trabalhador brasileiro não precisa apenas de menos horas de trabalho — precisa de mais valorização, mais renda e mais oportunidades.E isso exige responsabilidade, coragem e compromisso com resultados reais, não apenas com boas intenções. Por: Lia do Social
Kassab diz que Bolsonaro não tem ‘nenhuma vocação para a vida pública’ e declara apoio ‘incondicional’ a Tarcísio.

Ao defender a candidatura de Caiado, Kassab voltou a dizer que existe no país um forte desejo de mudança. “Ninguém aguenta mais a falta de respostas do governo federal – e os dois já foram governo – na questão da corrupção. Temos condições de mudar o Brasil se tivermos um bom governo e um governante com autoridade moral e que faça as reformas necessárias”, declarou. Ao conversar com jornalistas, Kassab reafirmou que a chance de uma aliança do PSD com o PT no estado de São Paulo é “zero” e que o partido vai apoiar “incondicionalmente” a candidatura de Tarcísio à reeleição. “Na eleição de 2022 o PSD apoiou o Tarcísio, foi o primeiro partido. E agora, se aproximando a reeleição, nós temos a mesma posição, estamos com o Tarcísio incondicionalmente, não precisamos de nenhum cargo”, disse Kassab.
Ubuntu Ensemble participa da Série Música Inaudita.

No domingo, 19, a série Música Inaudita leva ao Ágora Teatro o Ubuntu Ensemble, com Iberê Carvalho (direção artística e viola).. Saiba mais clicando na imagem.